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BMW X2 eleva prazer ao volante com projeto subversivo

Novo integrante da família X mistura hatch, SUV e cupê

PEDRO KUTNEY, AB

Para quem gosta de dirigir com torque alto, precisão e tocada esportiva, vai ter uma experiência e tanto com o novo BMW X2, que chega importado da Alemanha esta semana às concessionárias da marca no Brasil, em duas versões: sDrive20i GP por R$ 211.950 ou a topo de linha sDrive20i M Sport X por R$ 246.950. Ele é o mais novo integrante da família X da BMW, que a fabricante autodenomina como sendo de SAVs (de Sport Activity Vehicle, ou “Veículo de Atividade Esportiva), no lugar da classificação SUV, mais comumente usada.

Na verdade, o X2 vai além dessa qualificação, pois mistura estilos de hatch, SUV e cupê, por isso a fábrica deu a ele a subclassificação SAC, de Sport Activity Coupé, o primeiro da marca alemã. Isso faz dele o mais subversivo do clã, a começar por altura reduzida do solo em relação a outros da família X, que o aproxima da dinâmica esportiva, mas o afasta da classificação de SUV, entendida como sendo aplicada a carros mais altos.

Ainda que levemente, até o design do X2 foi subvertido: preserva a imagem tradicional da BMW mas, ao mesmo tempo, adota traços inéditos, inclusive para o símbolo máximo da marca, o “duplo rim” da grade frontal, que foi invertido no novo carro (em relação aos demais modelos).

Ele também é subversivo na tração, só dianteira, igual a usada pelos irmãos de plataforma X1, Série 1, Série 2 e Mini. Por isso é tratado como espécie de BMW aleijado pelos puristas da tradicional tração traseira da marca. Bobagem. Para um carro urbano, o X2 oferece precisão esportiva muito além da necessária para divertir quem o dirige.

REBELDE COM CAUSA

 

Por causa dessas subversões todas, o X2 é tratado por seus criadores como um adolescente inquieto: os designers da BMW o chamam de “cool rebel”, o “rebelde legal”. E ele é – para alegria dos marqueteiros que ganharam mais um cool name para vender. Mas trata-se de rebeldia com causa bem definida: criar um SUV/SAV (ou algo parecido com isso) com dirigibilidade acima da média.

O X2 não só mistura estilos, como oferece boas experiências de cada um deles. Tem a imagem robusta e musculosa de um utilitário esportivo (seja SUV ou SAV), o desenho fluído e comportamento esportivo de um cupê, as dimensões confortáveis em largura (1,82 m), altura (1,54 m), comprimento (4,36 m) e entre-eixos (2,67 m) de um hatch médio.

O resultado prático disso tudo é um carro bem acertado, de comportamento dinâmico exemplar, que entra em curvas grudado ao chão, com direção e suspensão muito precisas, aproveitando na íntegra a boa potência de 192 cv e torque bem-disposto de 28 kgfm do eficiente motor biturbo de quatro cilindros, acoplado ao esperto câmbio automático de dupla embreagem com sete marchas – que também responde com rapidez às trocas feitas nas aletas no volante.

É um modelo compacto médio com espaço interno muito confortável para quatro pessoas – sem muita bagagem, já que o porta-malas de 370 litros não é dos maiores da categoria, perdeu volume para privilegiar quem viaja atrás. Mas nem precisava, já que não se trata de carro familiar, foi pensado para jovens sem filhos.

MENOS POR MAIS

 

O X2 segue o padrão de luxo dos BMW, tem acabamento interno requintado, com revestimentos em couro, painel emborrachado e sistema de infoentretenimento completo – incluindo o sistema ConnectedDrive, que conecta o carro à internet e oferece acesso a dados de trânsito em tempo real, notícias personalizadas, envio e recebimento de e-mails, serviço de informações gerais (concierge) e alertas de manutenção de componentes, entre outras funcionalidades. Os bancos dianteiros têm ajustes elétricos e padrão esportivo, que “abraça” o ocupante.

A segurança é garantida por controles eletrônicos de estabilidade e tração, freios a disco ventilado nas quatro rodas, seis airbags e pneus Star Marking, com tecnologia run-flat (que permanece rodando mesmo furado).

Contudo, ao contrário de concorrentes do mesmo padrão e faixa de valor, o X2 não agrega algumas das mais modernas de assistência ao motorista, como frenagem automática de emergência, assistente de condução na faixa de rodagem (LKA), nem o controle de velocidade de cruzeiro adaptativo (ACC), que mantêm o carro a distância segura do veículo à frente com acelerações e frenagens automáticas – o X2 tem só o controle de aceleração automática simples, sem a regulagem de distância.

A BMW alega que é proposital a ausência desses equipamentos, afirma que o X2 é carro para quem gosta de dirigir sem essas assistências todas, o tal de cool rebel. É uma boa desculpa para cobrar mais por menos, na comparação com concorrentes como o recém-lançado Volvo XC40, que briga na mesma faixa de mercado, com nível maior de sistemas de assistência e por preço menor, começando em R$ 170 mil.

O novo BMW cobra tão alto quanto o prazer de dirigir que proporciona. Ao menos na pré-venda aberta no início do ano, nenhum dos primeiros 100 compradores que esgotaram a cota inicial do X2 pareceu ar qualquer importância para essa relação custo-benefício. Agora, com o carro disponível para contato físico nas concessionárias, razão e emoção vão competir pelo sucesso do X2.

Fonte: AB

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Produção 30% maior faz Mercedes voltar a contratar

Fabricante de caminhões e ônibus soma quase 700 novos empregados desde janeiro

PEDRO KUTNEY, AB

Mercedes-Benz anunciou na terça-feira, 27, a contratação de mais 250 pessoas para a fábrica de São Bernardo do Campo (SP) e outras 80 para a planta de Juiz de Fora (MG). Os novos empregados vão se juntar aos 350 que haviam sido integrados em janeiro. Com isso, só no início de 2018 já são quase 700 novos empregos (680) gerados pela fabricante de caminhões e ônibus que desde 2013 demitiu 5 mil com o agravamento da crise econômica.

A reversão do quadro de demissões para contratações se deve à recuperação do mercado brasileiro de caminhões e ao aumento das exportações nos últimos anos, que elevaram sua importância de 10% da produção em 2014 para 40% no ano passado. No primeiro bimestre deste ano o volume de veículos produzidos pela Mercedes-Benz no País cresceu 30% em relação aos mesmos dois meses de 2017.

“Passamos por um momento de recuperação após uma longa recessão. Ainda estamos longe dos volumes de antes, mas voltamos a crescer. No atual ritmo, o mercado brasileiro de caminhões aponta para crescimento 30% este ano”, afirmou Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil.

 

As duas fábricas da Mercedes no Brasil, São Bernardo com 8 mil empregados e Juiz de Fora com 700, trabalham em apenas um turno, mas desde o início do ano são programados trabalhos em alguns sábados por mês, em regime de horas extras. Schiemer avalia que se a expansão continuar o segundo turno poderá ser aberto no próximo semestre e novas contratações serão necessárias. “Vamos avaliar com cautela, ainda temos incertezas e eleições pelo caminho que podem mudar o cenário, mas até agora estamos indo bem, por isso precisamos contratar”, disse o executivo.

Ele conta que o segmento de caminhões pesados vem puxando o crescimento das vendas. Reflexo disso é a produção do extrapesado Actros em Juiz de Fora, que era de apenas cinco unidades por dia no início de 2017 e já subiu para 18, uma expansão de 260% no período.

EXPORTAÇÕES CRESCENTES

 

Com o movimento para cima do mercado brasileiro, Schiemer avalia que a representação das exportações na produção deverá cair naturalmente dos atuais 40%, mas não muito, pois ele lembra que o bom resultado das vendas externas é fruto de negociações que foram realizadas ao longo dos últimos anos e que agora fazem efeito.

Os principais mercados externos continuam sendo a Argentina e demais países da América Latina, mas existem projetos de exportação em andamento para África e Oriente Médio. Schiemer também recorda que não só veículos completos estão sendo exportados, mas também agregados. No ano passado a Mercedes começou a embarcar motores Euro 5 para Alemanha e Estados Unidos.

 

Fonte:AB  

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Segredo: Honda Civic Si custará R$ 159.900 no Brasil

Nova geração do esportivo tem câmbio manual de seis marchas e, pela primeira vez, motor turbo

 (divulgação/Quatro Rodas)

Um comunicado repassado aos concessionários Honda, ao qual Quatro Rodas teve acesso, informa o início do faturamento da nova geração do Civic Si.

Ele custará R$ 159.900 no Brasil em pacote fechado, sem opcionais. Veja abaixo:

Comunicado revela valor do novo Civic Si (Reprodução/Honda)

Esta é a primeira vez que o Civic Si tem motor turbo desde o lançamento da versão – em 1984, na terceira geração do modelo. É o 1.5 I-VTEC turbo em versão de 208 cv a 5.700 rpm e 26,5 mkgf de torque entre 2.100 e 5.000 rpm, sempre com câmbio manual de seis marchas.

Para-choques ganha aberturas maiores nas laterais (divulgação/Honda)

Apesar das críticas aos números de potência e torque, menores que os de concorrentes como Golf GTI e Focus ST, o novo Civic Si promete ser mais empolgante que a versão Touring, de R$ 124.990, que usa o 1.5 turbo em versão de 173 cv e 22,4 mkgf, sempre acoplado a um câmbio CVT.

Nós já andamos no modelo no Japão, e cravamos: sim, é um esportivo de verdade.

Cupê tem duas portas e aerofólio mais pronunciado (divulgação/Honda)

Para efeito de comparação, o antigo 2.4 tinha 206 cv (7.000 rpm) e 23,9 mkgf (4.400 rpm) e o anterior a ele, que era fabricado no Brasil, tinha 192 cv (7.800 rpm) e 19,2 mkgf (6.100 rpm). Se por um lado não é girador, por outro gera mais torque mais cedo.

Interior do Si não economiza nos detalhes vermelhos (divulgação/Honda)

Como na geração passada, o Civic Si será importado apenas na carroceria duas portas. Sua traseira é mais curta e recebe dois elementos bastante chamativos: um enorme aerofólio e saída de escape central cromada. Na frente, as enormes tomadas de ar no para-choque dão o toque de esportividade.

Bancos são um meio-termo entre os concha e os convencionais (divulgação/Honda)

Fazem parte do pacote de equipamentos os faróis full-led, o modo Sport capaz de mudar as respostas do chassi e da suspensão com amortecedores adaptativos, assistente de permanência em faixa, partida por botão, rodas aro 18″, bancos esportivos e freio de estacionamento eletrônico.

Em vez de azul, este Civic usa iluminação vermelha no painel (Divulgação/Honda)

O novo Honda Civic Si estará disponível nas cores branco pérolizado, azul metálico, vermelho e preto perolizado, sempre com interior preto.

O valor de R$ 159.900 já pode ser considerado alto: no Brasil, o VW Golf GTI está tabelado em R$ 134.870. Pesa a favor do alemão o motor 2.0 TSI com 220 cv e 35,7 mkgf a 1.500 rpm (são nada menos que 9,1 mkgf a mais que o Si).

Mas o Civic Si traz uma carroceria cupê de duas portas com perfil mais esportivo que o discreto VW, e a possibilidade de ajuste da suspensão, coisa que o Golf não oferece.

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Emplacamentos de Veículos registram alta de 16,3% no primeiro bimestre de 2018

De acordo com o levantamento realizado pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, os emplacamentos de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos) acumularam alta de 16,3% no primeiro bimestre do ano, ante igual período do ano passado, somando 499.145 unidades emplacadas.

Em fevereiro, foram emplacados 230.066 mil veículos, o que representa crescimento de 12,26% na comparação o mesmo mês de 2016. Contudo, quando comparado com janeiro, o resultado é 14,50% menor.

Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, o resultado confirma a expectativa da entidade para 2018. “O desempenho desses dois primeiros meses do ano está alinhado com as expectativas de retomada das vendas de veículos no País. Em fevereiro, a média de vendas diárias se mostrou 4,5% acima do registro de janeiro, não fosse o feriado, as vendas teriam sido ainda maiores”, ressalta o empresário.

Conforme os dados apresentados pela entidade, os segmentos de automóveis e comerciais leves, somados, apresentaram, neste primeiro bimestre, alta de 18,59% sobre iguais meses do ano passado, totalizando 327.237 unidades. Em fevereiro, apenas, o segmento ficou 14,58% acima de fevereiro de 2016, mas 13,59% abaixo de janeiro, por conta dos dias a menos de emplacamentos.

O segmento de caminhões também mostrou forte retomada. Em janeiro e fevereiro foram licenciadas 8.699 unidades, 56,71% acima do volume do mesmo intervalo de 2016. Apenas em fevereiro este somou 4.106 unidades emplacadas,57,26% acima do resultado de idêntico mês do ano passado, mas 10,6% abaixo do volume de janeiro.

As vendas de ônibus seguem no mesmo ritmo, e somaram no acumulado dos dois primeiros meses do ano 2.224 emplacamentos, o que representa 64,25% de ala perante o mesmo bimestre de 2016. Em fevereiro as vendas de ônibus pelo País cresceram 71,41% na comparação com um ano atrás, totalizando 1.109 unidades. Na comparação com janeiro, esse resultado é praticamente estável, apresentado apenas 0,54% de retração.

O mercado de motocicletas, assim como esperado pela entidade, já mostra sinais de retomada. Nos dois primeiros meses do ano foram comercializadas 140.040 unidades, 9,32% acima do volume de vendas do primeiro bimestre de 2016. Em fevereiro, as 63.013 motos licenciadas apontaram alta de 4,15% ante fevereiro de 2016, mas retração de 18,19% ante janeiro.

Assumpção Júnior, ressaltou a melhora do cenário econômico atual ante 2017 e sua influência no setor. “O crescimento de 1% do PIB nacional, depois de dois anos de queda, reforça nossas expectativas de retomada da economia e, principalmente, do mercado automotivo. Esse crescimento reflete diretamente na confiança do consumidor sobre a decisão de compra de bens”, conclui.

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículos NOVOS para cada segmento automotivo.

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Fiat Cronos chega mais barato que o Argo 1.3 – parte de R$ 53.990

Versão inicial do modelo é R$ 1.000 mais em conta do que o pacote equivalente ao do hatch

Capô, grade do radiador e para-choque dianteiro têm design exclusivo no Cronos (Divulgação/Fiat)

Desde que as primeiras imagens do Cronos foram reveladas, ainda em 2017, a Fiat revelou os detalhes de seu novo sedã compacto em ritmo de conta-gotas. Já aceleramos o modelo e até fizemos um comparativo com seu principal rival, mas ainda faltavam os preços oficiais.

Nesta quarta (21) a Fiat finalmente revelou os valores do Cronos e confirmou (quase) todas as expectativas de preços levemente mais altos do que do Argo, do qual o sedã é derivado. A surpresa ficou por conta do preço do modelo inicial, R$ 53.990. O valor é R$ 1.000 mais em conta do que o cobrado pelo Fiat Argo 1.3 manual, que custa R$ 54.990.

Painel do Cronos Drive é idêntico ao do Argo (Divulgação/Fiat)

Já as outras versões seguem o padrão da indústria e são mais altos no Cronos. A diferença em cada uma delas em relação ao Argo é, em média, de R$ 1.000, chegando aos R$ 69.990 pela topo de linha Precision 1.8 Automático.

Sedã tem motores 1.3 Firefly e 1.8 E.torQ EVO (Divulgação/Fiat)

A Fiat seguiu a tática feita com o Argo e criou uma versão de entrada – não divulgada até então – sem a central multimídia UConnect. Sem nome específico, o pacote é equipado com um sistema de som mais simples, mas com entrada USB e conexão bluetooth.

Fonte: Quatro Rodas

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Vendas de veículos têm o melhor janeiro em dois anos

Emplacamentos crescem 22% ao superar as 175,5 mil unidades no primeiro mês de 2018

As vendas de veículos começaram bem o ano: em janeiro, os emplacamentos cresceram 22% na comparação com o mesmo mês de 2017, ao registrar um total de 175,5 mil unidades, entre automóveis e comerciais leves, de acordo com dados divulgados na quinta-feira, 1º, pela Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias. Este é o melhor volume dos últimos dois anos para o mês de janeiro: no ano passado, os licenciamentos ficaram em 143,5 mil e no janeiro anterior, não passaram de 149,6 mil.


– Download dos dados de janeiro da Fenabrave
– Outras estatísticas


 

“O cenário econômico deste início de ano é totalmente diferente do início de 2017. As expectativas renovadas em função da melhora dos índices econômicos refletem diretamente na confiança do consumidor e favorecem o mercado de veículos. A Fenabrave tem projeções otimistas para o ano de 2018. Acreditamos que, gradualmente, o setor da distribuição de veículos retome seu ritmo normal”, afirma o presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior.

 

Contudo, o desempenho de janeiro continua abaixo do de dezembro, historicamente mais forte em termos de vendas, em parte por causa do aumento da renda das famílias com a chegada do 13º salário. Nesta comparação, o resultado de janeiro recuou 14,3%, uma vez que em dezembro o mercado emplacou mais de 204,8 mil automóveis e comerciais leves.

“A queda de janeiro deste ano sobre dezembro de 2017, no geral, pode ser atribuída ao já tradicional comprometimento de renda dos consumidores no início do ano, em função das matrículas e materiais escolares, IPVA, entre outras despesas que refreiam o consumo de veículos neste período”, analisa Assumpção.

Por segmento, com 148,8 mil unidades, o de automóveis impulsionou o setor ao encerrar o primeiro mês do ano com alta de 22,6% sobre janeiro de 2017, quando o mercado havia absorvido 121,3 mil unidades. Da mesma forma, as vendas foram 13,4% menores que as de dezembro, quando o volume chegou a 171,9 mil.

Em comerciais leves a dinâmica é a mesma: houve aumento de 20,2% em janeiro sobre igual mês do ano passado, de 22,1 mil para 26,6 mil, enquanto na comparação com o último mês de 2017 a queda foi de 18,8%.

No início do ano, a Fenabrave divulgou estimativa de que as vendas de veículos leves em 2018 devem alcançar volume de 2,43 milhões, o que representaria crescimento de 11,9%. Entre outros fatores, a projeção leva em conta a continuidade das vendas diretas, que neste ano deve seguir com participação de 40% do total de vendas (leia aqui).

Fonte: AB

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Novo Mercedes Classe A tem motor Renault e usa eixo de torção

Quarta geração do compacto estreia inédito 1.4 turbo e sistema multimídia com inteligência artificial

Faróis triangulares repetem visual que estreou no novo CLS (Divulgação/Mercedes-Benz)

A Mercedes-Benz revelou o novo Classe A com um pacote enorme de novidades, que vão muito além do visual ousado. O modelo é o primeiro da marca a receber a nova interface multimídia MBUX, que usa inteligência artificial para tornar a interface entre homem e máquina mais amigável.

Outras novidades, porém, podem não impressionar os entusiastas, como o novo motor 1.4 turbo desenvolvido em parceria com a Renault e a suspensão traseira por eixo de torção nas versões mais simples.

Apesar do propulsor a gasolina não ter a grife que se espera de um Mercedes-Benz, seus números superam facilmente o pacote de entrada oferecido atualmente.

O novo quatro-cilindros 1.4 turbo gera até 163 cv, superando os 156 cv produzidos pelo 1.6 atual. O conjunto conta, nas versões com câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, com desligamento automático de dois cilindros para reduzir o consumo de combustível – como o Golf já faz na Europa.

Traseira tem traços próprios e passa a ter, pela primeira vez, lanternas bipartidas (Divulgação/Mercedes-Benz)

Outro ponto em comum com o rival da Volkswagen está na suspensão traseira dependente por eixo de torção nas versões de entrada.

O conjunto multibraço, por enquanto, será destinado somente para o pacote mais caro, com um 2.0 turbo a gasolina de 224 cv.

Interior pode receber até duas telas de 10,15 polegadas (Divulgação/Mercedes-Benz)

As alternativas para quem de dispuser a abrir o bolso estão maiores na nova geração do Classe A. Entre a longa lista de equipamentos disponíveis há controlador de velocidade adaptativo com assistente de tráfego e troca de faixas, faróis em LEDs adaptativos, câmeras com visão de 360º e sistema de estacionamento automático.

O sistema multimídia ficou mais intuitivo; Há 64 opções de cores para iluminar a cabine (Divulgação/Mercedes-Benz)

O pacote de segurança inclui, em todas as versões, sete airbags, frenagem autônoma de emergência e capô pirotécnico – o veículo, ao detectar um atropelamento, ergue a peça em até 8 cm para aumentar a zona de deformação entre o pedestre e o motor.

A expectativa é que a nova identidade visual do Classe A chegue ao CLA e GLA nos próximos dois anos (Divulgação/Mercedes-Benz)

O interior é uma releitura do cada vez mais comum conjunto composto por duas telas de LCD fixadas verticalmente no painel. Em todos os Classe A o quadro de instrumentos será digital, variando de 7″ a 10,25 polegadas, de acordo com a versão. E a tela central, finalmente, passou a ser sensível ao toque.

Fonte: Quatro Rodas

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Onix melhora desempenho em testes de colisão

Modelo que havia recebido a pior nota agora leva três estrelas do Latin NCAP

REDAÇÃO AB

Onix, fabricado pela GM no Brasil, melhorou seu desempenho nos testes de colisão ao receber três das cinco estrelas possíveis do Latin NCAP, Programa de Avaliação de Veículos Novos para América Latina e Caribe, cujos resultados foram publicados na terça-feira, 23, junto com os de Volkswagen Virtus, que recebeu nota máxima em segurança (leia aqui). O modelo da Chevrolet, que foi o mais vendido no País em 2017, havia encerrado o ano com uma mancha nada boa para um líder de vendas: em teste realizado em maio, recebeu a pior possível no crash test lateral do programa (leia aqui). Desta vez, o desempenho do carro lhe permitiu uma nota mediana para ocupantes adultos e também para ocupantes infantis (veja vídeo abaixo).

Segundo o relatório do Latin NCAP, a GM decidiu melhorar o Onix e patrocinar uma nova avaliação do modelo em 2018. Vale lembrar que testes patrocinados são quando a própria montadora oferece o carro para o crash test. Conforme as regras de patrocínio, o carro é escolhido aleatoriamente por representante do Latin NCAP e a montadora arca com os custos. No resultado, há expressamente observado que o Onix melhorado ganhou reforços estruturais e elementos de absorção nas portas, ajudando no melhor desempenho diante de um impacto lateral. Tais melhorias foram implementadas na produção a partir de 15 de janeiro deste ano (a partir do chassi VIN 9BGKS48U0JG313644) e foi um desses exemplares que a GM entregou para novo teste.

Além disso, o Onix passou a contar com ancoragens Isofix, para assentos de crianças, e um novo cinto de segurança para o motorista. A proteção para os ocupantes adultos conseguiu alcançar, apenas, as três estrelas, apresentando uma proteção fraca para o peito do adulto no impacto frontal e no lateral. A proteção para crianças mostrou um resultado com proteção marginal no teste de impacto frontal no dummy (boneco) de três anos. O Onix conta ainda com um cinto pélvico (dois pontos) somente no banco traseiro central. O Latin NCAP alerta a Chevrolet a fim de que melhore a proteção oferecida por esse modelo para garantir desempenhos aperfeiçoados no futuro.

“As melhoras do Onix são uma importante notícia para nosso mercado. É alentador ver como os fabricantes de automóveis levam em frente essas melhorias tão relevantes”, disse em comunicado o secretário geral do Latin NCAP, Alexandre Furas.

“Iniciar o ano com esses resultados é muito alentador. Os fabricantes querem mostrar que podem produzir veículos com bons níveis de segurança e, também, melhorar uma qualificação ruim nos testes do Latin NCAP. É demonstrado, mais uma vez, que os desempenhos, sejam bons, sejam ruins, divulgam resultados positivos, impulsionando o mercado a aperfeiçoar a segurança dos veículos” acrescentou o presidente da comissão diretora do Latin NCAP, Ricardo Morales.

O executivo informa que os próximos resultados do programa serão divulgados em março.

Fonte: AB
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Volkswagen quer Virtus na liderança dos sedãs compactos

Preços começam em R$ 60 mil e podem superar os R$ 85 mil com opcionais

PEDRO KUTNEY, AB

Volkswagen já tinha apresentado no fim do ano passado as características técnicas e qualidades de seu novo sedã, o Virtus (leia aqui), faltava saber preços e ambições de mercado, divulgados agora com o lançamento oficial do modelo que começa a ser vendido na última semana deste mês. A três versões MSI 1.6, Confortline e Highline 200 TSI (estas duas equipadas com o motor três-cilindros 1.0 turbinado) vão custar, respectivamente, R$ 60 mil, R$ 73,5 mil e R$ 80 mil, mas a tabela supera os R$ 85 mil com a inclusão de opcionais. Com esses valores e uma boa oferta de espaço, conforto, eficiência e tecnologia, a fabricante espera liderar o segmento de sedãs compactos no País, o que significa atualmente vender mais de 2 mil unidades por mês, com a expectativa de que 80% das compras sejam das duas opções mais caras.

Apesar de o Virtus ter o mesmo tamanho de outro sedã Volkswagen, o Jetta, classificado como carro médio para os padrões brasileiros, os executivos da fabricante projetam pouca canibalização de modelos da própria marca – até porque o novo Jetta lançado este mês no Salão de Detroit é maior do que o atual e assim deve se diferenciar do irmão menor. Se essa visão estiver correta, o Virtus poderá acrescentar em torno de 25 mil unidades às vendas da VW este ano, o que poderia tornar a marca novamente vice-líder do mercado brasileiro, caso a Fiat não tenha melhor reação com o Cronos – embora pouco menor, concorrente direto do Virtus que chega às revendas em fevereiro.

FAIXA AMPLA

O Virtus trafega no Brasil na obscura categoria de sedãs compactos criada pela Fenabrave, a associação nacional dos concessionários, que ao classificar os veículos considera muito mais seus preços e motorização do que o tamanho. Por esse critério, sem opção de motorização 1.0 e com valores intermediários, o novo carro da Volkswagen está encaixado entre os sedãs pequenos e médios, junto com cinco outros modelos liderados até agora por ampla margem pelo Chevrolet Cobalt e Honda City. “Por suas características, o Virtus vai atravessar segmentos, deverá concorrer tanto com compactos como carros maiores como o (Toyota) Corolla, por exemplo”, avalia Pablo Di Si, presidente da Volkswagen do Brasil e América do Sul.

Isso quer dizer que o Virtus deverá atuar em faixa de mercado bem mais ampla do que sua própria categoria de sedãs compactos, que em 2017 representou apenas 2% das vendas de automóveis no Brasil, com 40,2 mil unidades emplacadas de seis modelos. Se juntar com sedãs pequenos e médios, o segmento aumenta consideravelmente para cerca de um quarto dos emplacamentos no País, considerando 470 mil no ano passado.

PROJETO BRASILEIRO

O Virtus é o segundo dos 20 lançamentos de veículos completamente novos (sem incluir versões) prometidos pela Volkswagen na América do Sul até 2020, mas é o primeiro carro desenvolvido pela engenharia brasileira sobre uma plataforma global do Grupo VW, a MQB – a mesma sobre a qual já são montados aqui Polo e Golf, mas esses são projetos originados da Alemanha. O Virtus é um derivado do hatch Polo, mas no momento é fabricado só no Brasil, na planta Anchieta em São Bernardo do Campo (SP), a mais antiga da VW fora da Europa, que recentemente recebeu investimento de R$ 2,6 bilhões para produzir modelos sobre a plataforma MQB.

O visual do novo sedã, assim como o do Polo, nasceu das mãos de dois brasileiros, os irmãos gêmeos Marcos e José Pavone, o primeiro chefe de design da Volkswagen na Alemanha e o segundo também chefe da área na subsidiária brasileira da empresa. É um desenho “limpo e elegante”, sem exageros e agradável ao olhar.

O Virtus tem entre-eixo (2,65 metros) maior que o do Polo e seu comprimento total de 4,48 m o coloca em igualdade de espaço com muitos sedãs médios. O resultado é bastante conforto interno para quatro pessoas e um amplo porta-malas de 521 litros.

Assim como o Polo, o Virtus ganhou classificação de cinco estrelas, a máxima, nos testes de colisão do Latin NCAP (leia aqui), o que o coloca entre os carros mais seguros vendidos na América Latina. Além da estrutura reforçada com aços de alta resistência, o modelo vem de fábrica com quatro airbags, frontais e laterais, que se combinam bem aos cintos de segurança dianteiros com pré-tencionador, além de freios a disco nas quatro rodas com ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica de frenagem). Os assentos traseiros têm sistema de fixação de cadeiras infantis tipo Isofix. As duas versões de topo 200 TSI têm controle eletrônico de estabilidade (ESC) e de tração incluídos no preço básico, e a opção de entrada MSI 1.6 pode ter o equipamento como opcional.

Todas as versões vêm equipadas com direção elétrica, ar-condicionado, acionamento elétrico de vidros, retrovisores e travas, suporte no painel para fixação de celular com entrada USB para recarga, além de sistema de som de quatro alto-falantes com rádio AM/FM, conexão Bluetooth e entradas USB, cartão SD e auxiliar.


Versão mais completa do Virtus Highline, com todos os opcionais, inclui o quadro de instrumentos digital configurável e o sistema de infoentretenimento Discovery Media com tela tátil de 8”

PREÇOS

• VIRTUS MSI: R$ 59.990
Motor EA 211 de alumínio, 4C, 1,6 litro, aspirado, injeção eletrônica multiponto indireta, flex (etanol/gasolina E22), 116/110 cv e torque 155/162 Nm a 4.000 rpm; câmbio manual de cinco marchas; consumo Inmetro 11,9/13,8 km/l (gasolina E22) e 8,2/9,5 km/l (etanol) nos ciclos cidade/estrada; rodas de aço 15”
PACOTES OPCIONAIS
Connect Pack (R$ 2.950): central multimídia “Composition Touch” com tela 6,5”, volante multifuncional, computador de bordo, rodas de liga leve 15”, sensor de estacionamento traseiro e controles eletrônicos de estabilidade (ESC) e de tração (SSR) com bloqueio de diferencial e assistente de partida em aclive (HHC).
Safety Pack (R$ 1.050): controles eletrônicos de estabilidade (ESC) e de tração (SSR) com bloqueio de diferencial e assistente de partida em aclive (HHC)

• VIRTUS CONFORTLINE 200 TSI: R$ 73.490
Motor EA 211 de alumínio, 3C, 1,0 litro, turboalimentado, injeção direta, flex (etanol/gasolina E22), 128/115 cv e torque 200/162 Nm a 3.500 rpm; câmbio automático de seis marchas; ESC/SSR de série; consumo Inmetro 11,2/14,6 km/l (gasolina E22) e 7,8/10,2 km/l (etanol) nos ciclos cidade/estrada; sistema de infoentretenimento “Composition Touch” 6,5”; rodas de liga leve 15”
PACOTES OPCIONAIS
Tech 1 (R$ 2.200): acesso sem chave e partida por botão, controle de velocidade de cruzeiro, sensor de estacionamento dianteiro, retrovisor interno antiofuscante, rodas liga leve 16”, sensores crepuscular e de chuva, aletas para trocas de marcha no volante
Tech 2 (R$ 3.500): além dos itens do pacote Tch 1, adiciona indicador de pressão dos pneus, porta-malas com ajuste de espaço, ar-condicionado digital, câmera de ré, detector de fadiga, frenagem pós-colisão e porta-luvas refrigerado

• VIRTUS HIGHLINE 200 TSI: R$ 79.990
Mesmo powertrain, consumo e equipamentos da versão Confortline, adicionando de série acesso sem chave e partida por botão, controle de velocidade de cruzeiro, rodas liga leve 16”, ar-condicionado digital e luz de condução diurna em LED
PACOTES OPCIONAIS
High (R$ 3.300): sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, câmera de ré, indicador de pressão dos pneus, porta-malas com ajuste variável de espaço, detector de fadiga, frenagem pós-colisão, retrovisor interno antiofuscante, porta-luvas refrigerado, sensores crepuscular e de chuva, quadro de instrumentos digital configurável (Active Info Display), sistema de infoentretenimento Discovery Media com tela tátil de 8”
Couro Native (R$ 800): revestimento de bancos e laterais
Rodas 17” (R$ 1.200): rodas de liga leve 17” com desenho exclusivo
Space Pack (R$ 300): banco rebatível do passageiro dianteiro para acomodar objetos compridos

Para todas as versões do Virtus, a única cor sem cobrança adicional é preto sólido; a Volkswagen cobra R$ 450 por vermelho ou branco sólidos e R$ 1.450 pelas demais cores metálicas

Assista abaixo entrevista exclusiva da ABTV com Pablo Di Si, presidente da Volkswagen Brasil e América do Sul

Fonte: AB
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Transações de Usados crescem em 2017

As transações de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), apresentaram crescimento de 6,36% em 2017, no comparativo com 2016. Ao todo, foram registradas 14.190.442 transferências em 2017, ante as 13.341.930 feitas no ano anterior, de acordo com os dados apresentados pela FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, nesta quinta-feira, 4 de janeiro.

Na comparação entre dezembro e novembro de 2017, o crescimento foi de 15,18%. Contudo, se comparado com dezembro de 2016, o  resultado geral de transações de usados, no último mês do ano, apresentou retração de 3,02%.

Considerando apenas o segmento de automóveis e comerciais leves,  as transações, no acumulado do ano, somaram 10.730.763 unidades,  alta de 7,21% na comparação com 2016. Em dezembro, as transferências de automóveis e comerciais leves usados  apresentaram crescimento de 15,97% na comparação com o mês anterior, somando 1.016.018 unidades, contra 876.111 em novembro. Em relação a dezembro de 2016, houve  queda de 2,19% nas transações destes veículos.

De acordo com a FENABRAVE, o mercado de veículos usados se  mostrou estável. “O ano de 2017 foi marcado pela  baixa oferta de veículos seminovos e pelo grande número de operações de ‘troca com troco’. Para 2018, a expectativa é de continuidade do crescimento deste mercado, que vem se mostrando maduro nos últimos anos”, ressaltou Assumpção Júnior.

Do total de automóveis e comerciais leves negociados, os usados (de 1 a 3 anos de fabricação) representaram 17,79% do total do volume de dezembro e 15,12% do acumulado do ano.

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículos USADOS para cada segmento automotivo:

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